Hoje vim dissertar sobre o novo plano de TV da operadora Sky chamado Night Time, My time, porém não.
Eu tentei ser engraçado na frase acima, mas realmente não dá (nunca mais tentarei, juro).
O real assunto do post é o álbum de estreia de Sky Ferreira, lançado há mais de três anos (depois de muito tiro, porrada e bomba) e intitulado Night time, My time.
Vulnerabilidade é o que a norte-americana tenta passar do início ao fim do disco. Já em sua capa podemos observar a cantora completamente nua, abaixo do chuveiro, existe momento mais vulnerável que esse?!
Além de uma sonoridade muito bem preservada, com nível de estúdio, não há o pecado da super produção muito comum nos álbum recentes. As letras não são das melhores, mas podemos nos identificar e até interpretar seu jogo de palavras.
O embasamento de 24 hours, Nobody Asked Me e I blame my self é simplesmente sensacional. É impossível não se identificar com esse combo. A vontade, o ato e o arrependimento. E esse trio é seguido por Omanko, com um som pesado e explicito ou simplesmente, Partindo.

O embasamento de 24 hours, Nobody Asked Me e I blame my self é simplesmente sensacional. É impossível não se identificar com esse combo. A vontade, o ato e o arrependimento. E esse trio é seguido por Omanko, com um som pesado e explicito ou simplesmente, Partindo.
Kristine contrasta com o restante. Já You're not the One é opaco, sonoro, relevante, mas opaco.
Heavy Metal Heart é o encontro. Um sentimento inacreditável é passado pra quem ouve. Amor. Mas não aqueles de 5a série, algo que realmente acontece, algo mais real.
O álbum apareceu e despontou nas listas de melhores do ano. Eu estou escrevendo só hoje porque já havia preparado algo pra ele, mas não pra cá. Teve algumas alterações.
Aqui tem o link pra quem quiser ouvir no Spotify, o álbum é realmente muito bom e valeu à pena por cada dia que Sky passou lutando contra seus inimigos de estúdio.
Lucas.


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