Faltando aproximadamente um mês para o término do primeiro semestre de 2016, tenho muito bem definidas minhas preferências musicais da primeira metade do ano. Com uma pequena ajuda do lastfm, resolvi listar as principais músicas, bandas e álbuns que entraram e saíram da minha lista de reprodução, em relação ao eclético 2015 (ano em que mais escutei músicas desde 2010 \o/).
Sai: Taylor Swift.

Mesmo sendo minha cantora mais ouvida no ano passado, Taylor Swift pareceu não comprar 2016. Sem grandes novidades, 1989 (lançado há quase dois anos) perdeu totalmente o gosto e pôde ser resumido à cinco reproduções de New Romantics, feitas após o lançamento decepcionante do clipe há três semanas. Ainda fantásticas, as músicas parecem não condizer com a minha atual fase profissional e amorosa (em resumo, não estou sofrendo), o que bloqueia e ridiculariza qualquer sentimento ou mensagem embasado na letra e melodia.
Entra: Little Joy.
Confesso que essa banda já compunha minha playlist há alguns anos, mas de maneira discreta. Brand New Start era meu única single referência da banda, mas há dois meses resolvi buscar o álbum completo e desde lá não consegui parar de ouvir. O álbum de estréia é descontraído, fácil de digerir e cantado com doçura e encanto: é impossível não se apaixonar. As sensações ao ouvir Little Joy (álbum) são diversas, mas todas alegres. Similar à um passeio no campo de grandes amigos que não se vêem há tempos. Infelizmente desde 2008 a banda não lança nenhum material novo, o que causa amargura e desespero aos admiradores.
Sai: Banda do Mar.
É muito difícil falar de Banda do Mar, pois até hoje, mesmo depois do fim, parece que a banda nunca se entregou realmente. Mesmo com um delicioso álbum lançado em 2014, o trio nunca passou da superfície do seu talento, causando uma certa frustração aos fãs. As músicas são boas, muito boas, dá pra dançar e curtir uma fossa. Mas falta algo e nota-se isso a partir da primeira reprodução do álbum. Ignóbil.
Entra: Elza Soares.
Elza Soares conseguiu! Simplesmente conseguiu depois de décadas de carreira, lançar o seu primeiro álbum de músicas totalmente autorais, causando um mix de vitalidade, coragem e talento, expelida pela cantora e sentida pelo ouvinte. Eu poderia passar horas escrevendo, falando ou simplesmente ouvindo o álbum, que inicia à capela, com Coração do Mar e segue à Mulher do Fim do Mundo.
As músicas se completam, são harmoniosas, falam sobre sexo, negritude, violência contra a mulher e todos os assuntos que Elza parece já ter vivenciado. A mulher do Fim do Mundo é um verdadeiro protesto em forma de arte, feito da sua melhor forma. Palmas.
Sai: Tiago Iorc.
O forasteiro Tiago Iorc, um dos meus cantores favoritos da vida, anda meio sumido da minha lista de scrobbles. Depois de tocar a alma em Zeski, lançado há três anos, o cantor parece ter abandonado totalmente suas raízes no puramente comercial Troco Likes. Decepcionante.
Entra: Kongos.
Kongos é a prova viva de que a opção descobrir do spotify pode te trazer coisas maravilhosas. Foi amor a primeira vista. O álbum Lunatic mistura traços de mistério com uma leve dose de rock regionalista e eletrônico, resultando em uma certa estranheza no início e uma simplória paixão no final. Vale a pena dar uma chance aos ouvidos.
Alguns outros que não há muito o que falar:
Saem:
The Kooks.
Sia.
The Fray.
FKA twigs.
Tulipa Ruiz.
Roberta Campos.
Owl City.
A banda mais bonita da cidade.
Mark Ronson.
Purity Ring.
The Orwells.
Two Worlds.
Bahari.
Birdy.
Cut Copy.
Entram:
Melanie Martinez.
Nara Leão.
Saving Jane.
Bleachers.
MGMT.
alt-J.
The Sounds.
Taxi Violence.
Shadowclub.
Rihanna (ohmygod).
Bed on Bricks.
Voltam:
The Strokes.
Gym Class Heroes.
Lady Gaga.
Paramore.
Cazuza.
Gal Costa.
Grimes.
Ke$ha.
Imagine Dragons.
Of Monsters and Men.
Los Hermanos.
Permanecem:
Natalia Kills (Teddy Sinclair).
Azealia Banks.
Marina and the Diamonds.
Charli XCX.
Maria Gadú.
Tiê.
Caetano Veloso.
Arcade Fire.
Mumford and Sons.
Blue Foundation.
Lana del Rey.
Anitta.
Avicii.
Bastille.
Foxes.







Nenhum comentário:
Postar um comentário